terça-feira, 20 de março de 2012


Teoria clássica e o sofrimento da formiga. 


De forma geral encontramos nas teorias a forma para darmos o primeiro passo em experimentações. Se partirmos do principio de uma teoria nosso navegar tornasse mais certo. Mas, no entanto  não se torna concreto.
Para um biólogo recém formado, a teoria da evolução de Charles Darwin  e que pretende entender se há ou não sofrimento em uma formiga, certamente terá uma boa base. A de que todos os seres são fruto do meio.
Mas se a esse biólogo recém formado se apegar, ou melhor, dizendo se calcar apenas na teoria da evolução, certamente vai ignorar os outros acontecimentos no mundo dessa formiga.
É claro e sabemos disso que vivemos em um momento em que tantas teorias são afirmadas e outras contestadas.  Já não se acredita em um único cosmos. Tão pouco que há apenas um fim. Ou que estamos a sós em nosso lar.  Ou  que não há supremacia de uma individuo sobre o outro ou de um povo sobre outro.  E mesmo que ainda não se prove, Deus pode ou não existir.
Não entanto a mundo das teorias estão onde sempre estiveram nos orientando a dar passos e mais passos numa jornada que ainda não sabemos e teoria alguma nos ilumina onde iremos aportar.
O valor de uma teoria tem sempre que ser considerado.
Uma teoria tem que causar reflexão e não apego.
Uma teoria divide um lado da laranja, o outro lado é a criatividade.
 E para a Criatividade é necessário observação e conhecimento de teorias.
Portanto Se o biólogo recém formado souber usar as teorias em reflexão e não apego e observar certamente, encontrara a criatividade que em sua experiência  resultara  em uma nova teoria ou lei em que afirmara se a formiga sofre ou não.

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