domingo, 22 de julho de 2012

Uma boa diversão.


Nessa última semana me divertir lendo um romance épico japonês. Escrito por Eiji Yoshikawa um escritor do século XX. Nascido em 1892 e falecido e 1962.

Musashi é um guerreiro, samurai das épocas dos xoguns.

E o autor nos apresentando o guerreiro e sua saga em harmonia com os elementos da natureza.

Há momento que Musashi é cruel às vezes racional, e outras se depara com a delicadeza da cerimônia do chá.

Você se diverte lendo. E entrando num mundo que parece de outra galáxia. Num mundo rudimentar em que as pessoas estão buscando e exercendo conceitos e princípios, ética e aventura.

Por vezes as províncias os xogunatos, parecem te remeter a um romance russo do século dezenove. Onde um mundo de burocracia explora o cidadão.

Mas é uma leitura divertida.

Um amigo me emprestou o livro. E ele ao me falar do livro, disse com tanto entusiasmo que me contagiou.

Realmente é uma boa diversão.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Original.

Nos dias de hoje ser original parece uma impossibilidade. Porque nós seres humanos, com cinco ou seis mil anos de história de civilização, e cultura acumulada, sentimos que fizemos tudo o que tinha que ser feito. Todos os livros foram escritos, todas as músicas compostas, os quadro pintados, os melhores filmes filmados e o que nos restas: Nada original, apenas copiar de outra forma o que já foi feito ou pensado. Parece não haver nada de novo, nada surpreendente ou jamais pensado, elaborado ou criado.

Original quer dizer o que foi feito pela primeira vez.

Tudo bem! Mas nem tudo foi pensado, nem tudo foi criado.

O original tem o poder de ser forte sublime às vezes e incansável outras. E por isso domina os nossos pensamentos pela existência.

Lembrando que William Shakespeare veio depois de Sófocle, e antes de Fëdor Mixajlovič Dostoevskij. E foram original e dominante que ecoam em nós fortemente. Por tanto a caminha apenas começou.


Hoje as possibilidades de conhecimento do ser humano comum e infinita. Podemos criar romances nunca pensados, musicas elaborada e ficção já mais imaginada. No entanto isso tudo parece não despertar interesses.   Porque tudo pode não ser comercial.

É bem mais fácil criar algo vendável já testado antes, do que inovar, criar, surpreender, ser original.

Ser original deixou de ser importante. O lucro é importante, estar entre os dez mais vendidos, os mais comentados é importante.

No entanto, as pessoas ainda continuam se emocionando com Romeu e Julieta, Édipo Rei ou refletindo em Crime e Castigo e os irmãos Karamazov.

Ponto.